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Study by INCT.DD-associated laboratory maps and analyzes WhatsApp political groups

Archived INCT.DD news item: Study by INCT.DD-associated laboratory maps and analyzes WhatsApp political groups.

Historical archive note: this English page preserves source context from the original Portuguese post.

Study by INCT.DD-associated laboratory maps and analyzes WhatsApp political groups

This archived English entry preserves the original INCT.DD news record published on 2018-10-22. A full manual English translation has not been authored in this migration pass.

Original source: https://inctdd.org/estudo-conduzido-por-laboratorio-associado-ao-inct-dd-mapeia-e-analisa-grupos-de-whatsapp-sobre-politica/

Original Portuguese text

Pesquisadores do grupo Tecnologias da Comunicação e Política (TCP), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), conduzem estudo sobre como as pessoas se organizam para viralizar conteúdos eleitorais no WhatsApp. A Agência de Jornalismo Investigativo Pública divulgou parte dos resultados:

“Os estudiosos monitoraram 28 grupos autodenominados ‘conservadores’ ou ‘pró- militares’ e 24 grupos de apoio ao PSL e Bolsonaro. Entraram também em 18 grupos de apoio ao PT ou a Haddad, 4 de apoio ao PSDB ou Geraldo Alckmin, 4 de apoio a Marina Silva, 2 de apoio a Ciro Gomes e 1 de apoio a Henrique Meirelles. Além disso, acompanharam 9 grupos para discussões de política geral ou suprapartidária. O grupo de pesquisa  faz parte da rede do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD).

Para a coordenadora Alessandra Aldé, existe uma ordem para o caos cibernético. ‘As notícias falsas têm caminhos específicos. Esses fluxos não são aleatórios e existe uma técnica específica para fazer com que a informação falsa viralize. E isso é muito importante.’ O estudo descobriu que a cada 30 mensagens, pelo menos uma foi enviada do exterior.

‘A notícia entra em um grupo e nesse grupo tem contato com 250 e poucas pessoas. Dessas 250 e poucas, algumas voluntariamente pegam e replicam isso em outros grupos. Não só como vítimas que compartilharam uma vez e não compartilham mais. Compartilham isso de uma forma sistemática’, explica João Guilherme, que coordena o núcleo de análise de dados do grupo”.

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