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Estudo conduzido por laboratório associado ao INCT.DD mapeia e analisa grupos de Whatsapp sobre política

Pesquisadores do grupo Tecnologias da Comunicação e Política (TCP), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), conduzem estudo sobre como as pessoas se organizam para viralizar conteúdos eleitorais no WhatsApp.

Pesquisadores do grupo Tecnologias da Comunicação e Política (TCP), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), conduzem estudo sobre como as pessoas se organizam para viralizar conteúdos eleitorais no WhatsApp. A Agência de Jornalismo Investigativo Pública divulgou parte dos resultados:

“Os estudiosos monitoraram 28 grupos autodenominados ‘conservadores’ ou ‘pró- militares’ e 24 grupos de apoio ao PSL e Bolsonaro. Entraram também em 18 grupos de apoio ao PT ou a Haddad, 4 de apoio ao PSDB ou Geraldo Alckmin, 4 de apoio a Marina Silva, 2 de apoio a Ciro Gomes e 1 de apoio a Henrique Meirelles. Além disso, acompanharam 9 grupos para discussões de política geral ou suprapartidária. O grupo de pesquisa  faz parte da rede do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD).

Para a coordenadora Alessandra Aldé, existe uma ordem para o caos cibernético. ‘As notícias falsas têm caminhos específicos. Esses fluxos não são aleatórios e existe uma técnica específica para fazer com que a informação falsa viralize. E isso é muito importante.’ O estudo descobriu que a cada 30 mensagens, pelo menos uma foi enviada do exterior.

‘A notícia entra em um grupo e nesse grupo tem contato com 250 e poucas pessoas. Dessas 250 e poucas, algumas voluntariamente pegam e replicam isso em outros grupos. Não só como vítimas que compartilharam uma vez e não compartilham mais. Compartilham isso de uma forma sistemática’, explica João Guilherme, que coordena o núcleo de análise de dados do grupo”.

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